sábado, 13 de janeiro de 2018

A COSTUREIRA E O CANGACEIRO - FRANCES DE PONTES PEEBLES

Acabei de ler. 
Não gostei da mudança do título para essa obra maravilhosa da Francis de Pontes Peebles! Prefiro A COSTUREIRA E O CANGACEIRO, embora o original em ingles seja THE SEAMSTRESS, algo como em português, A MODISTA, que seria com certeza melhor do que esse ENTRE IRMÃS.
Muito bom. 
Reconendadíssimo para quem quer conhecer a vida do povo do sertão do Brasil nos anos 20/40 !
Editora ARQUEIRO,  2017

sábado, 6 de janeiro de 2018

JOHN BANVILE - OS INFINITOS

Eu li esse autor por duas recomendações que eu prezo muito. (Li no mês de novembro). Uma do escritor pernambucano Fernando Monteiro e a outra da minha miga jornalista Miriam Bemelmans de São Paulo. Gostei muito e já ando a cata dos outros livros que ele escreveu!
SEM INFORMAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS PORQUE EU DEIXEI O LIVRO NA ESTANTE DA CASA DO LIVRO, NA REGIÃO DOS LAGOS, RJ!

ORIENTE ///// OCIDENTE - Salman Rushdie

O meu ultimo livro lido em 2017. Fechado com chave de ouro.
Pequeno livro com poucos e bem profundos contos do indiano Salman Rushdie, um dos meus autores indianos preferidos.
Essa publicação pertence a estante da "Casa do Livro", na região dos lagos. RJ.
Companhia das Letras, SP.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

KNULP ---HERMANN HESSE

Eu acabei de ler um livro livro que fará parte da biblioteca da "CASA DO LIVRO", uma pérola do escritor alemão Hermann Hesse!
Esse volume faz parte de uma coleção que a civilização brasileira editou em 1970 de vários autores mundiais! Eu o encontrei na caixa de troca de livros numa pracinha do bairro Leblon, RJ. Na troca eu estou colocando um livro do Che Guevara.
O livro narra  três episódios da vida de um personagem andarilho lindo leve e solto nas estradas de uma Alemanha que não existe mais!
EDITORA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, RJ, 1970
Capa dura, vermelha.
(Civilização Brasileira foi uma editora brasileira, que atualmente faz parte do Grupo Editorial Record. Sua história esteve ligada à vida de Ênio Silveira. Wikipédia)

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

TopKapi - ERIC AMBLER

Mais um livro da "Casa do Livro", que eu li. O de número 3.
Aqui nessa obra o autor passa  o seguinte recado : - frequentar 
escolas ruins vai formar pessoas ruins, vigaristas e marginais, porém, uma boa correção do Estado vai transforma-los em elementos a serviço do próprio 
Estado!
Foi editado o original em Londres em 1962, aqui a editora Nova Fronteira não registrou a data de publicação no Brasil.
Leitura despretensiosa nada mais.

sábado, 9 de dezembro de 2017

ERIC AMBLER - O JULGAMENTO DE DELTCHEV

Este é um entre centenas de livros que pertencem a casa que eu aluguei na grande Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro.O segundo a ler completamente. O primeiro foi um da Raquel de Queiros, AS TRÊS MARIAS, que comentei aqui no blog.
Nunca havia lido esse escritor britânico muito menos o conhecia. Essa obra foi publicada em Londres em 1951, mas a edição brasileira não registra em que ano foi publicado pela Editora Nova Fronteira.
O primeiro capitulo eu me senti dentro da parafernália em que foi transformado o Brasil na época do golpe que sofreu a presidenta Dilma Roussef e em seguida  a perseguição ao ex-presidente Lula da Silva pelos próprios políticos que o apoiaram durante 12 anos de governo do partido dos trabalhadores!  Fiquei imaginando se esse não seria um dos livros de cabeceira do Juiz Sergio Moro! 
Fotografei a primeira página e vou expô-la aqui: Nenhum texto alternativo automático disponível.

EDITORA NOVA FRONTEIRA, RJ, sem data de publicação
Capa : Ilustração - ARTIST PARTNERS - Londres UK.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

OSJUDEUSEASPALAVRAS --AMOS OZ E FANIA OZ-SALZBERGER

Acabei de ler o livro que o Amos Oz em coautoria com a sua filha a historiadora e professora de historia na Universidade de Haifa em Israel Fania Oz-Salzberger. São quatro ensaios sobre o judaísmo e a história do povo judeu através dos tempos. Resumindo eu transcrevo um trecho da resenha do site www.coisasjudaicas.com que eu gostei: "Uma das metáforas usadas pelos dois para explicar do que eles estão falando: imagine quatro judeus em torno de uma mesa. Não quatro judeus contemporâneos, mas sim quatro pessoas de épocas bem diferentes e que tenham vivido em locais distintos. Se fosse possível reunir essas pessoas, uma tendo vivido na Palestina antes de Cristo e outra, por exemplo, um judeu pós-criação de Israel, eles poderiam se entender. Primeiro, literalmente, porque falariam o mesmo idioma (o hebraico antigo foi “cirurgicamente ressuscitado” com a criação de Israel e o movimento sionista)".
EDITORA COMPANHIA DAS LETRAS, SP, 2012